Singularidade # 3 - Nelson Santander - Quatro poemas sobre o tempo
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Nesse episódio, analisamos uma coletânea de quatro poemas do autor Nelson Santander, acompanhados por reflexões pessoais sobre a passagem do tempo. O escritor explora sua evolução emocional e filosófica, transitando do fascínio juvenil e da angústia mecânica em sua juventude para uma aceitação irônica na maturidade. Por meio de influências do concretismo e do neoconcretismo, os textos utilizam recursos visuais e diagramação fragmentada para representar a efemeridade da vida e a escala cósmica do universo. A obra conecta o cotidiano, como a troca de um despertador, a temas profundos como a finitude humana e a inexistência da eternidade. Em última análise, o autor utiliza a poesia como uma ferramenta para meditar sobre o ritmo da existência e o acaso que molda o destino individual.
Nesse episódio, analisamos uma coletânea de quatro poemas do autor Nelson Santander, acompanhados por reflexões pessoais sobre a passagem do tempo. O escritor explora sua evolução emocional e filosófica, transitando do fascínio juvenil e da angústia mecânica em sua juventude para uma aceitação irônica na maturidade. Por meio de influências do concretismo e do neoconcretismo, os textos utilizam recursos visuais e diagramação fragmentada para representar a efemeridade da vida e a escala cósmica do universo. A obra conecta o cotidiano, como a troca de um despertador, a temas profundos como a finitude humana e a inexistência da eternidade. Em última análise, o autor utiliza a poesia como uma ferramenta para meditar sobre o ritmo da existência e o acaso que molda o destino individual.